amatonormatividade
Sign in to saveAlso known as amato-normativity, amatonormative, amato-normative
Amatonormativity () is the set of societal assumptions that everyone prospers with an exclusive romantic relationship. Elizabeth Brake coined the term in her 2012 book Minimizing Marriage to capture societal assumptions about romance. The term has since become established in queer theory, literary studies, in self-help books for aromantic people, and popular science books about aromanticism. Brake wanted to describe the pressure she received by many to prioritize marriage in her own life when she did not want to. Amatonormativity extends beyond social pressures for marriage to include general
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- social norm
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- allonormativity
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- alloromanticism
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Amatonormatividade ou amato-normatividade é um termo cunhado pela professora de filosofia Elizabeth Brake, da Universidade do Estado do Arizona, para capturar suposições sociais e normalizações sobre o romance e a romanticidade. Brake queria uma palavra para descrever a pressão que ela recebeu por muitos para priorizar o casamento, sendo que ela não queria. O termo não envolve necessariamente apenas pressões sociais para o casamento, mas pressões gerais que envolvam relações românticas. Elizabeth Brake descreve no próprio termo que é uma pressão para desejar a monogamia, o romance e/ou o casamento, comparável ao . A amatonormatividade também pode ser interpretada como uma forma de alonormatividade, assim como a sexo-normatividade. A crença de que o casamento e o amor romântico companheiro têm um valor especial levam a negligenciar o valor de outros relacionamentos de carinho. Chamo esse foco desproporcional dos relacionamentos conjugais e amorosos como locais especiais de valor e a suposição de que o amor romântico é uma meta universal, de 'amatonormatividade': consiste nas suposições de que um relacionamento amoroso central, e exclusivo é normal para os seres humanos, na medida em que é um objetivo universalmente compartilhado e que esse relacionamento é normativo, na medida em que deve ser direcionado preferencialmente a outros tipos de relacionamento.— Elizabeth Brake, ASU, Minimizando o Casamento A normalização amatonormativa e a pressão do desejo de encontrar relacionamentos românticos, sexuais, monogâmicos/monógamos e ao longo da vida têm muitas consequências sociais. Pessoas assexuais, arromânticas e/ou não-monógamas (ou não-monogâmicas), como ágamas/agâmicas, tornam-se esquisitices sociais. Segundo a pesquisadora Bella DePaulo, isso coloca um estigma nas pessoas solteiras como incompletas e reforça os parceiros românticos para permanecer em relacionamentos prejudiciais por causa do medo que os parceiros possam ter de serem solteiros. Segundo Elizabeth Brake, uma maneira pela qual esse estigma é aplicado institucionalmente é a lei e a moralidade que cercam o casamento amatonormativo. Amizades amorosas, relações interpessoais e outros relacionamentos não recebem as mesmas proteções legais que os parceiros românticos recebem por meio do casamento. Essa legalidade também legitima o amor e o cuidado encontrados em outros relacionamentos não conjugais.
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