Also known as Flight 77, AA77, AAL77, AMERICAN 77, American 77, American Airlines 77, N644AA
avião sequestrado durante os ataques de 11 de setembro de 2001
O Voo American Airlines 77 foi o terceiro voo sequestrado nos ataques de 11 de setembro de 2001 aos Estados Unidos, e foi deliberadamente arremessado contra o Pentágono, sede do Departamento de Defesa do país. A aeronave, que fazia a ligação entre os aeroportos de Washington-Dulles e de Los Angeles, foi sequestrada por cinco jihadistas sauditas 35 minutos após a decolagem. Os sauditas entraram na cabine e obrigaram os passageiros a irem para a parte traseira da aeronave. Hani Hanjour, um dos sequestradores, assumiu o controle da aeronave como piloto. Escondido dos sequestradores, apenas um passageiro pode fazer uma ligação telefônica à sua família informando do acontecido. A aeronave acabou se chocando contra o lado ocidental do Pentágono às 9h37min (UTC−5), ocasionando a morte de 64 pessoas a bordo (dois pilotos, quatro comissários de bordo e 58 passageiros) e de 125 pessoas no edifício. Foram testemunhas do ocorrido dezenas de pessoas, e poucos minutos depois os telejornais começaram a noticiar o impacto. Além disso, o impacto danificou uma grande parte do edifício e ocasionou um incêndio (o incêndio resultou no colapso parcial do Pentágono), que foi combatido pelos bombeiros durante vários dias. A parte destruída do edifício foi reconstruída em 2002, e os funcionários voltaram a ocupá-la em 15 de agosto do mesmo ano. As 189 vítimas do ataque são lembradas no Memorial do Pentágono, ao lado do Pentágono. O memorial tem uma área de 1,93 hectares (19.300 m²) e contém um banco de parque para cada uma das vítimas, organizados de acordo com o ano de nascimento de cada um, com idades que vão desde 3 anos (nascido em 1998) a 71 anos (nascido em 1930). A trajetória do voo 77 passou por onde hoje é o memorial. Foi aberto ao público em 11 de setembro de 2008.
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