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Also known as color revolution, coloured revolution, colored revolution, colour revolutions, color revolutions,
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Revoluções coloridas, revoluções de cores ou revoluções de cor é a designação atribuída a uma série de manifestações políticas de oposição que envolveram a derrubada de governos, considerados antiestadunidenses, e a sua substituição por governos pró-ocidentais ou pró-OTAN. Ocorridas a partir dos anos 2000, a maior parte dos casos bem-sucedidos de revoluções coloridas ocorreu em países com democracias recentes, ou em processo de democratização, na área de influência ou no território da antiga União Soviética, sendo que o principal resultado efetivo foi a derrubada de governos pró-Rússia e a ascensão ao poder de grupos ou partidos políticos pró-Estados Unidos. Alguns autores consideram que tais revoluções foram patrocinadas diretamente pelos Estados Unidos, enquanto outros defendem que isso só foi possível devido à existência de movimentos de oposição locais ou nacionais. Estas manifestações têm em comum o uso de ação direta, da resistência não violenta (de acordo com os seus apoiantes), um discurso de democratizante, liberalizante e pró-ocidental, destacando-se também o papel central de mobilização desempenhado por algumas ONGs, organizações estudantis e pela mídia. O sucesso de cada um desses movimentos é variável, mas o seu eco repercutiu em todo o espaço da antiga União Soviética, e alguns líderes como Vladimir Putin, na Rússia, e Aleksandr Lukashenko, na Bielorrússia, tomaram medidas preventivas para impedir a sua expansão. Nos anos 2000, correram revoluções bem-sucedidas desta modalidade na República Federal da Jugoslávia (a Revolução Bulldozer, em 2000), na Geórgia (a Revolução Rosa, em 2003), na Ucrânia (a Revolução Laranja, em 2004), e (ainda o mais violento) no Quirguistão (a Revolução das Tulipas, em 2005). Nestes casos, os grandes protestos se seguiram a eleições disputadas, em que os partidos derrotados acusaram os vencedores de fraude eleitoral, e os protestos acabavam por levar à renúncia ou deposição os governos de situação, acusados considerados por seus opositores como autoritários. Outros processos semelhantes ocorreram sem o mesmo sucesso nos anos 2010, no Egito, Venezuela, Líbia, Síria e Ucrânia. Em alguns casos, as manifestações violentas, o radicalismo das facções envolvidas e o apoio de grandes potências a um dos lados envolvidos na disputa, resultou em processos bem mais violentos, incluindo alguns casos em guerras civis em países do Oriente Médio como na Líbia, Síria, Iêmen e, ainda, na ex-URSS, na Ucrânia. O alcance e o significado dessas "revoluções" ainda estão em discussão, bem como o papel desempenhado por agentes externos, principalmente por norte-americanos — CIA, Open Society Foundations (do magnata George Soros), USAID e o . Apesar de apoiar esses movimentos e de apresentá-los como puramente nativos ou nacionalistas, críticos os acusam de serem manipulados e maximizam a importância desses agentes externos. Em 2007, tentou-se expandir essas "revoluções" para a América Latina, com o uso de estudantes e ONGs para fazer oposição a governos de esquerda, como no caso dos opositores de Hugo Chávez, no episódio do referendo à reforma da Constituição da Venezuela, em que os estudantes tiveram um papel importante em oposição.
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termo político associado à democratização
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