Estado Helênico
Sign in to saveEstado colaboracionista fantoche das potências do Eixo na Segunda Guerra Mundial
Key facts
- Status
- Puppet state of Italy and Nazi Germany (1941–43) , Puppet state of Nazi Germany (1943–44) , Government in exile (September–October 1944)
- Capital
- Athens
- Common languages
- Greek language
- Religion
- Greek Orthodox
- Demonyms
- Greek , Hellene
- Government
- Fascist state under an occupation
- 1941 1943
- Günther Altenburg
- 1943 1944
- Hermann Neubacher
- 1941 1942
- Georgios Tsolakoglou
- 1942 1943
- Konstantinos Logothetopoulos
- Historical era
- World War II
- Battle of greece
- 6 April 1941
- Establishment
- 30 April 1941
- Battle of crete
- 20 May 1941
- German withdrawal
- 12 October 1944
- Currency
- Greek drachma (₯)
via Wikipedia infobox
Wikidata facts
- Instance of
- puppet state
- Continent
- Europe
- Capital
- Athens
- Official language
- Greek
- Currency
- Occupation Reichsmark
- Form of government
- puppet state
- Flag
- flag of Greece
- Coat of arms
- Coat of arms of Greece
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- native label
- Ελληνική Πολιτεία
- inception
- 1941-01-01
- dissolved, abolished or demolished date
- 1944-00-00
- language used
- German
- official religion
- Church of Greece
- Commons category
- Collaborationist government of Greece
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Article · Português
O Estado Helênico (em grego: Ελληνική Πολιτεία, Elliniki Politeia), também traduzido como Estado Grego, era o governo colaboracionista da Grécia durante a ocupação do país pelas potências do Eixo na Segunda Guerra Mundial. Após a queda da Grécia, o General Geórgios Tsolákoklu foi nomeado primeiro-ministro do novo governo grego em 30 de abril de 1941. Como o Rei Jorge II tinha deixado o país com o legítimo governo grego no exílio, o novo regime evitou todas as referências à monarquia grega e usou o termo genérico "Estado Helênico" como nome oficial do país. O regime colaboracionista não possuía uma definição política precisa, embora Tsolakoglou, um oficial republicano, considerava a ocupação do Eixo como uma oportunidade para abolir a monarquia, e anunciou seu fim após assumir o cargo. A existência de um governo nativo grego foi considerado necessário pelas potências do Eixo a fim de dar alguma aparência de legitimidade à ocupação, embora nunca foi lhe dado mais do que um papel auxiliar. A infra-estrutura do país tinha sido arruinada pela guerra. As matérias-primas e gêneros alimentícios foram requisitados, e o governo foi forçado a pagar o custo da ocupação, dando origem a inflação, ainda mais exacerbada por um "empréstimo de guerra" que a Grécia foi forçada a conceder à Alemanha nazista. As requisições, juntamente com o bloqueio aliado da Grécia, resultou durante o inverno de 1941-1942 na (em grego: Μεγάλος Λιμός), que causou a morte de cerca de 300.000 pessoas.
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