actividades de Honda na Formula 1
A Honda já participou da Fórmula 1 como construtor e fornecedor de motores em vários períodos desde 1964. O envolvimento da Honda na categoria começou na temporada de 1964, quando a montadora japonesa estreou com equipe própria; sua retirada em 1968 foi em decorrência da morte do piloto da Honda, Jo Schlesser, durante o Grande Prêmio da França de 1968. A montadora voltou em 1983 como fornecedor de motores, mas retirou-se em 1992. Ela retornou novamente em 2000, fornecendo motores para a British American Racing (BAR). No final de 2005, a Honda comprou a equipe da BAR, sediada em Brackley, no Reino Unido, e renomeando sua nova subsidiária, de Honda Racing. Foi anunciado em 5 de dezembro de 2008, que a Honda estava se retirando da Fórmula 1 com efeito imediato devido à crise financeira global e colocando a equipe à venda. Em 27 de fevereiro de 2009, foi anunciado que o chefe da equipe, Ross Brawn, através de um sistema chamado management buyout, havia liderado a compra da equipe de Brackley. A compra foi confirmada no dia 6 de março de 2009, e a equipe competiu a temporada de 2009 como Brawn GP. Em 17 de maio de 2013, a Honda anunciou sua intenção de retornar a categoria na temporada de 2015, sob um contrato de trabalho com a McLaren para fornecer motores V6 e unidades de sistema de recuperação de energia cinética (KERS). Entretanto, os motores Honda não demonstraram ser confiáveis, com um alto consumo de combustível e pouco potentes, com a Honda chamando os problemas de confiabilidade do motor de um "desastre". A McLaren deixou a Honda depois de três anos, com a Toro Rosso concordando em usar motores Honda em 2018. Em 2019, a equipe Red Bull Racing passou a utilizar os motores Honda até o final da temporada de 2021, quando a montadora deixará da categoria.
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