Minta
Sign in to saveAlso known as Menthe, Mint, Mintha, Mentha
In ancient Greek religion and Greek mythology, Minthe or Mintha () is an underworld naiad associated with the river Cocytus. She was beloved by and mistress to Hades, the king of the underworld, but she was transformed into a mint plant by either his wife Persephone or her mother Demeter. The plant was also called by some as hedyosmos (), which means "sweet-smelling".
Key facts
- Deity.type
- Greek
- Deity.god_of
- Chthonic Naiad nymph
- Deity.name
- Minthe
- Deity.image
- Minthe-myth.jpg
- Deity.caption
- Minthe being turned into a Mint-Plant, Johann Ulrich Kraus
- Deity.abode
- Underworld
- Deity.consort
- Hades
- Deity.symbols
- Mint
- Deity.script_name
- Greek
- Deity.script
- Μίνθη
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Wikidata facts
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- cause of death
- metamorphosis
- killed by
- Persephone
- from narrative universe
- Greek mythology
- manner of death
- homicide
- unmarried partner
- Hades
- described by source
- Pauly–Wissowa
Sources (2)
via Wikidata · CC0
Article · Português
Na mitologia grega, Minta ou Menta (em grego clássico: Μινθη, transl. Minthê), era uma ninfa que vivia no rio Cocito, amante de Hades, o rei do mundo dos mortos. É a "Ninfa do Submundo". Por ter a condição de concubina do monarca, ela se gabava de ser a mais bela do reino e alegava que Hades iria fazê-la sua nova soberana, expulsando sua até então esposa Perséfone. O relacionamento que os dois mantinham foi descoberto pela rainha, que além de se achar no direito de exigir fidelidade de seu esposo, enraveicida e enciumada transformou-a na planta menta. Seu mito, noutra versão, estaria ligado ao próprio rapto de Perséfone: Minta (ou Minte), ninfa que habitava o Submundo, mantinha com Hades um relacionamento, interrompido por seu casamento; a ninfa então, procurando recuperar o amante, passou a se vangloriar, dizendo ser mais bonita que sua rival, despertando a fúria em Deméter, mãe de Koré. Deméter então puniu a moça presunçosa, fazendo em seu lugar surgir a menta. A menta era uma das plantas utilizadas nos rituais funerários da Grécia Antiga, junto ao alecrim e a murta, e não somente para amenizar os odores da decomposição: fazia parte dos ingredientes da bebida enteógena feita com cevada fermentada dos iniciados nos ritos eleusinos, e que lhes dava a esperança na vida eterna.
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