
autocontrole
Sign in to saveAlso known as self‐restraint, self-regulation
thumb|Ulysses and the Sirens (Draper)|Ulysses and the Sirens by H.J. Draper (1909) Self-control is the ability to regulate one's emotions, thoughts, and behavior in the face of temptations and impulses. It is an aspect of inhibitory control, one of the core human executive functions. Executive functions are cognitive processes that are necessary for regulating one's behavior in order to achieve specific goals.
Research
268,567 papers- Self-control ≠ temporal discounting.Current opinion in psychology · 2024
- Self-control and self-expression.Current opinion in psychology · 2024
- Effortless self-control.Current opinion in psychology · 2024
- Self-Control and Academic Achievement.Annual review of psychology · 2019
- Beliefs about self-control.Current opinion in psychology · 2024
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- opposite of
- self-destructive behaviour
- topic's main category
- Category:Self-control
- class of object(s) of occurrence
- self-destructive behaviour
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Autocontrole ou autocontrolo é a capacidade de controlar as emoções e os desejos, é a capacidade de gestão de uma pessoa para o seu futuro. Numa perspectiva behaviorista, o autocontrole corresponde a respostas controladoras aprendidas progressivamente além da seleção dos estímulos e suas contingências. Segundo Burrhus Frederic Skinner (1904–1990) nenhum místico ou asceta deixou de controlar o mundo em seu redor, controla-o para controlar a si mesmo ainda que seja escolhendo um estilo de vida próprio pois segundo Skinner não podemos escolher um gênero de vida no qual não haja controle, podemos tão-só mudar as condições controladoras. Contudo como pondera o próprio Skinner (2003) ao dar ênfase ao poder controlador das variáveis externas, deixamos o organismo em uma posição peculiarmente desamparada limitado ao que parece ser apenas um "repertório" (um inventário de comportamentos ou etograma diriam os etólogos) de ações mais ou menos prováveis, à medida que o ambiente se altera. Por outro lado reconhece-se a “liberdade”, livre-arbítrio ou certo grau de "autodeterminação" da conduta ao menos como cita Skinner no comportamento criador do artista, do cientista, no comportamento auto-exploratório do escritor, na autodisciplina do asceta ou, com freqüência, quando a resposta de um indivíduo tem conseqüências que provocam conflitos, ou seja, quando tem como contingência tanto o reforço positivo, quanto negativo ou punição. Segundo esse autor, o indivíduo vem a controlar parte de seu próprio comportamento quando emite uma resposta controladora que pode manipular qualquer das variáveis das quais a resposta controlada é função; a resposta controladora afeta variáveis de maneira a mudar a probabilidade da resposta a ser controlada. Sabemos pois que o organismo pode tomar a resposta punida menos provável alterando as variáveis das quais é função. Qualquer comportamento que consiga fazer isso será automaticamente reforçado. Denominamos autocontrole estes comportamentos. (Skinner, 2003)
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