acumulação compulsiva
Sign in to saveAlso known as disposophobia, hoarding disorder, compulsive hoarding disorder
padrão comportamental caracterizado pelo excesso de aquisição de itens e uma incapacidade ou relutância pelo descarte
Key facts
- Other names
- Compulsive hoarding, Plyushkin's disorder
- Specialty
- Psychiatry , clinical psychology
- Symptoms
- Excessive acquisition; perceived need to save possessions; persistent difficulty discarding or parting with possessions, regardless of their actual value; intense urge to keep items and distress when getting rid of them
- Usual onset
- Ages 11–15
- Duration
- Chronic
- Causes
- Not clear, possibly genetic, and stressful life experiences
- Risk factors
- Traumatic events
- Diagnostic method
- ICD-10-CM Code F42.3, DSM-5 300.3 (F42)
- Treatment
- Psychotherapy
- Prognosis
- Progressive
- Frequency
- UK : 2–5% of population, US : Up to 6% , GER : c. 1.8 million
via Wikipedia infobox
Research
839 papers- Compulsive hoarding.Bulletin of the Menninger Clinic · 2010
- Pharmacotherapy of compulsive hoarding.Journal of clinical psychology · 2011
- Obsessive-Compulsive Disorder.2026
- Compulsive hoarding.American journal of psychotherapy · 1987
- Compulsive hoarding: current status of the research.Clinical psychology review · 2003
via PubMed
Wikidata facts
- Instance of
- compulsive behavior
- Subclass of
- hoarding
- Image
- Compulsive hoarding Apartment.jpg
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- health specialty
- psychology
- Commons category
- Compulsive hoarding
- topic's main category
- Category:Compulsive hoarding
- possible treatment
- psychotherapy
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Article · Português
Acumulação compulsiva, também conhecida como transtorno de acumulação, é um padrão de comportamento que se caracteriza pelo excesso de aquisição de itens, e uma incapacidade ou relutância para o descarte da grande quantidade de objetos que cobre as áreas de estar da casa e causam significantes estresse e perda de função. O comportamento de acumulação compulsiva está associada com riscos de saúde, função danificada, peso econômico, e efeitos adversos em amigos e membros da família. Apenas recentemente pesquisadores começaram a estudar a acumulação, e por isto, foi definida como doença mental apenas na 5ª edição do DSM, em 2013. As taxas de prevalência têm sido estimadas entre 2% e 5% em adultos, embora a condição geralmente se manifeste na infância com sintomas de agravamento em idade avançada, ponto no qual os itens coletados chegaram a um total demasiado excessivo, e os membros da família, que poderiam ajudar a manter e controlar os níveis de desordem já morreram, ou se afastaram. O comportamento acumulador é, com frequência, grave, pois os acumuladores não o reconhecem como um problema, devido ao efeito Dunning–Kruger. É muito mais difícil para a terapia comportamental tratar com êxito acumuladores compulsivos que não têm boa visão da própria doença. Os resultados de uma pesquisa de 2008 mostram que acumuladores têm bem menos probabilidade de ver um problema numa situação de acumulação do que um amigo ou um parente.
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