Compute Unified Device Architecture
Sign in to saveAlso known as Nvidia CUDA, Nvidia Compute Unified Device Architecture, NVIDIA CUDA, NVIDIA Compute Unified Device Architecture, Cuda, Nvidia Cuda, NVIDIA Cuda
linguagem de programação
Key facts
- Software.name
- CUDA
- Software.screenshot
- Nvidia CUDA Logo.jpg
- Software.author
- Ian BuckJohn Nickolls
- Software.developer
- Nvidia
- Software.programming language
- C
- Software.operating_system
- Windows, Linux
- Software.platform
- Supported GPUs
- Software.genre
- GPGPU
- Software.license
- Proprietary
via Wikipedia infobox
Wikidata facts
- Instance of
- application programming interface
- Developer
- Nvidia
- Official website
- developer.nvidia.com/cuda-zone
- Image
- Nvidia CUDA Logo.jpg
- Has use
- concurrent computing
Show 6 more facts
- software version identifier
- 13.2.0
- inception
- 2007-06-23
- Commons category
- CUDA
- operating system
- macOS
- copyright license
- proprietary license
Sources (6)
via Wikidata · CC0
Article · Português
CUDA (anteriormente conhecido como Compute Unified Device Architecture ou Arquitetura de Dispositivo de Computação Unificada) é uma API destinada a computação paralela, GPGPU, e computação heterogênea, criada pela Nvidia. destinada a placas gráficas que suportem a API (normalmente placas gráficas com chipset da Nvidia). A plataforma CUDA dá acesso ao conjunto de instruções virtuais da GPU e a elementos de computação paralela, para a execução de . A API inclui um conjunto de instruções CUDA ISA's (Instruction Set Architecture) e o mecanismo de computação paralela na GPU. Ele expõe os diferentes tipos de memória da placa e obriga que o desenvolvedor configure os acessos da memória global, a cache, a quantidade e a disposição das threads. O desenvolvedor também será responsável por escalonar as atividades entre a GPU e o CPU. A plataforma CUDA é desenhada para trabalhar com linguagem de programação como C, C++ e Fortran. Isto torna acessível a especialistas em programação paralela o uso dos recursos do GPU. APIs anteriores como DirectX e OpenGL, permitem também o uso de GPGPU. Contudo a programação deste tipo de instruções nestas placas gráficas é mais exigente, uma vez que todo o código tem de ser convertido de e para instruções de cálculo vectorial, passíveis de serem calculadas pela placa gráfica. A API suporta, frameworks e APIs opensource, desenvolvidas pelo Khronos Group, como é o caso de e OpenCL. Quando foi introduzida pela primeira vez pela Nvidia, o nome CUDA era um acrónimo de “Compute Unified Device Architecure”, apesar de a NVIDA ter abandonado o uso deste acrónimo. O propósito inicial da API destinava-se a propriedades físicas em jogos, identificar placas ocultas em artérias, analisar fluxo do tráfego aéreo e visualização de moléculas. No entanto, não tardaria a que a API fosse usada para outros fins, como por exemplo, Inteligência artificial (de notar que o framework de Python da Google TensorFlow, tira proveito da API), assim como renderização gráfica (a partir de programas como o Octane Render), actividades de foro criptográfico (existem toda uma série de ferramentas, desde ferramentas para exploração de falhas de segurança, a aplicações para blockchain baseadas em APIs como CUDA; OpenCL, e SYCL, que tiram proveito da API). Actualmente, a plataforma CUDA, é das plataformas, de GPGPU mais robustas, e maduras que existem, o que pode ser muitas vezes usado como argumento para validar o preço mais alto de placas gráficas da Nvidia, quando comparado com as concorrentes directas da AMD. Em versões antigas do CUDA Toolkit, era possível desenvolver mesmo sem ter o hardware necessário, usando um emulador, mas a partir da versão 3.0, essa funcionalidade não é mais suportada.
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