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Also known as anti-EUism, euroskepticism
corpo de críticas à União Europeia
Euroscepticism is a political position that criticizes the European Union and the process of European integration, ranging from those who want to reform certain EU policies to those who believe the EU is fundamentally flawed and should be abandoned entirely. It matters because it represents a significant and growing political force that shapes debates over national sovereignty, governance, and Europe's future direction.
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O euroceticismo é uma ideologia política assentada na desconfiança ou na descrença acerca da União Europeia (UE). Dentro dos partidos eurocéticos há uma vasta gama de linhas de pensamento desde uma menor integração económica ou política entre os países, até os que defendem nenhuma integração. A principal fonte do Euroceticismo tem sido a crença de que a integração europeia enfraquece questões como identidade nacional e soberania; outras críticas dos eurocéticos é que a União Europeia seria elitista e não teria muita legitimidade democrática ou transparência, além de ser burocrática, desnecessária e que encoraja vários níveis de migração; há também a perceção de ser uma organização neoliberal que serve as grandes empresas aos custos da classe trabalhadora e é responsável pela austeridade. Euroceticismo é encontrado em ambos os lados do espectro político, em particular nos partidos com viés populista. Embora ambos os lados critiquem a UE basicamente pelos mesmo motivos, os eurocéticos de esquerda focam em assuntos econômicos (como a crise da dívida pública da Zona Euro), enquanto os de direita preferem-se focar em questões como nacionalismo e imigração (como a Crise migratória na Europa). Durante a década de 2010, foi visto uma ascensão de partidos e movimentos de extrema-direita na Europa com fortes tendências eurocéticas. Segundo o Eurobarómetro, a popularidade e confiança na União Europeia e nas suas instituições tem decresicdo consideravelmente desde 2007, ficando abaixo dos 50%. Uma pesquisa feita em 2009, mostrou que a popularidade da UE era mais baixa no Reino Unido, Letónia e Hungria. Em 2016, os países onde a União Europeia tinha uma percepção mais negativa era o Reino Unido (que, naquele ano, fez um referendo sobre permanência ou não no Bloco, onde a população optou por sair), Grécia, França e Espanha. Desde 2015, contudo, a confiança na UE tem crescido um pouco, especialmente devido a queda no desemprego e o ressurgimento económico no continente.
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Discovered by embedding cosine similarity (sentence-transformers MiniLM, 384-dim).
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