Also known as tenance-in-chief, vassality
In medieval and early modern Europe, a tenant-in-chief (or vassal-in-chief) was a person who held his lands under various forms of feudal land tenure directly from the lord paramount to whom he did homage, as opposed to holding them from another nobleman or senior member of the clergy. The tenure was one that denoted great honour, but also carried heavy responsibilities. The tenants-in-chief were originally responsible for providing knights and soldiers for the king's feudal army.
A tenência (do latim vulgar tenentia,ae: 'o que se tem, bens', de tenens,entis, particípio presente de tenēre: 'ter') é uma das três divisões do feudo e um título governativo. O tenente foi, na Idade Média, representante da autoridade do rei. Do termo 'tenência', derivou, por volta do século XIII, a palavra tença, que era uma remuneração por serviços prestados. Essa pensão, geralmente pecuniária, podendo ser vitalícia ou não, era concedida pelo governo ou por instituição particular a alguém, para prover-lhe o sustento, sendo inalienável e incomunicável. Tença, tal como a côngrua, era também uma renda periódica destinada à manutenção de membros de comunidade religiosa. "Tenência" também é a casa em que o tenente habita ou antigo ofício, repartição do tenente-general de artilharia. Posteriormente, passou a significar 'posse' ou direito de ter algo como própria. Também ganhou o sentido de 'vigor, firmeza', prudência, precaução ou cautela. "Tomar tenência de algo" significa observar atenta e cautelosamente. Ao longo do tempo a expressão "tomar tenência" passou a significar 'examinar prudentemente', acabando por ganhar o significado mais amplo de agir com prudência ou "tomar juízo".
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