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Kukulcán
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Also known as Kukulcan

thumb|Kukulkan at the base of the west face of the northern stairway of El Castillo, Chichen Itza thumb|Kukulkan at Chichen Itza during the Equinox. upright|thumb|The Classic Maya vision serpent, as depicted at Yaxchilan. Kukulkan, also spelled K’uk’ulkan (; "Plumed Serpent", "Amazing Serpent"), is the serpent deity of Maya mythology. It is closely related to the deity Qʼuqʼumatz of the Kʼicheʼ people and to Quetzalcoatl of Aztec mythology. Prominent temples to Kukulkan are found at archaeological sites in the Yucatán Peninsula, such as Chichen Itza, Uxmal and Mayapan.

Key facts

Deity.type
Mayan
Deity.name
Kukulkan
Deity.image
Kukulkan (reconstructed).jpg
Deity.image_upright
1.0
Deity.caption
Reconstructed 2D-portrait of Kukulkan
Deity.cult_center
Chichen Itza
Deity.symbol
Serpent
Deity.equivalent1_type
Aztec
Deity.equivalent1
Quetzalcoatl
Deity.equivalent2_type
Inca
Deity.equivalent2
Viracocha
Deity.equivalent3_type
Lenca
Deity.equivalent3
Managuara

via Wikipedia infobox

Wikidata facts

Gender
male
Image
Serpent head at the base of El Castillo.jpg
Said to be same as
Quetzalcoatl
Show 1 more fact
different from
Kukulkán
Sources (3)

via Wikidata · CC0

Article · Português

Kukulkán era a versão maia do deus asteca Quetzalcóatl, a serpente emplumada. Para os maias "kukul" significa sagrado ou divino e "kan" significa serpente. Para alguns pesquisadores este deus provém da cultura Tolteca, ou ainda dos Olmecas. Em todo caso sua origem é muito anterior aos maias e está presente em toda a América Central. Entre os restos arqueológicos de Chichen Itza é possível observá-lo como uma serpente que desce nos vértices do edifício em forma de colunas de ar durante os dois equinócios. Foi uma deidade rapidamente assimilada pela aristocracia, apesar de que tenha se incorporado ao panteão maia em uma época tardia. Aparece como uma das divindades criadoras, sob o nome de "Gukumatz", e como deidade dos ventos com o nome de Ehecatl na esteira 19 de Ceibal. Em Chichen Itza foi conhecido como o "Estrela D'alva". Alcançou especial transcendência na península de Yucatán, onde seu nome foi utilizado por muitos governantes para legitimar seus poderes e alcançar maior prestígio. Quanto a suas diferenças com relação a Quetzalcóatl, parece que muitas delas se deviam às diferenças climáticas entre ambas regiões. Para os Astecas, Quetzalcoatl não só era o Senhor do Sol, mas o próprio Deus-Sol do país. Kukulkán, além disso, tem também atributos de um Deus-Trovão. No clima tropical de Yucatán e da Guatemala, o Sol ao meio-dia parece desenhar as nuvens de seu ao redor com formas serpenteantes; destas emanam o trovão, a luz e a chuva, por isso Kukulkán pareceria haver atraído aos maias mais como um deus do céu que como um deus da própria atmosfera, apesar de que muitas vezes as esteiras do Yucatán representem a Kukulkán com o ar saindo de sua boca, como muitas representações mexicanas de Quetzalcoatl. É a deidade que mais freqüentemente aparece nos manuscritos do Códice de Dresden, entre outros. Tem o nariz comprido e truncado, como o de um tapir, e em sua figura se encontram todos e cada um dos signos dos deuses dos elementos. Caminha sobre a água, maneja tochas ardentes e se senta na árvore cruciforme dos quatro ventos que com tanta freqüência aparece nos mitos americanos. Evidentemente é um deus do cultivo e herói, já que é representado plantando milho, levando ferramentas e continuando uma viagem, feito com que estabelece sua conexão solar. Segundo as crônicas maias, Kukulkán, da mesma forma que Quetzalcóatl, é o conquistador que chegou em Yucatán pelo mar desde o Oeste, para finais do século XV, e se transformou em caudilho e fundador de sua civilização. Da fusão dos dois mitos, Kukulkán aparece como o senhor do vento porque rege e governa a nave que lhe conduziu a Yucatán e ao povo que fundou.

Abstract from DBpedia / Wikipedia · CC BY-SA

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