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lectina
Sign in to saveAlso known as lectins
thumb|A typical legume lectin monomer (lentil lectin), complexed with a sugar ([[glucose). The four sugar-binding loops are shown in different colours. The variable loop that confers monosaccharide specificity is shown in orange.]]
Research
150,148 papers- Lectin-Based Approaches to Analyze the Role of Glycans and Their Clinical Application in Disease.International journal of molecular sciences · 2024
- Lectin-Array Blotting.Current protocols in cell biology · 2017
- Concanavalin A as a promising lectin-based anti-cancer agent: the molecular mechanisms and therapeutic potential.Cell communication and signaling : CCS · 2022
- F-type Lectin Domains: Provenance, Prevalence, Properties, Peculiarities, and Potential.Advances in experimental medicine and biology · 2018
- The lectin-complement pathway--its role in innate immunity and evolution.Immunological reviews · 2004
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O termo lectina se refere a uma classe de proteínas de origem não-imunológica, que podem aglutinar hemácias graças à sua propriedade de se ligar reversivelmente a carboidratos. As lectinas estão presentes em todos os tipos de organismos, desde organismos complexos como humanos até vírus, podem atuar como sítos de reconhecimento celular em muitos processos biológicos. As lectinas podem ser agrupadas em termo dos monossacarídeos (segundo a orientação das hidroxilas dos carbonos 3 e 4, do anel piranosídico) pelos quais apresentam afinidade: * Lectinas D-galactose/N-acetil-D-galactosamina ligantes * Lectinas D-glucose/manose ligantes * Lectinas L-fucose ligantes As lectinas são subdivididas em: * Merolectinas - Lectinas que possuem um único domínio ligante a carboidrato, portanto não aglutinam hemácias. * Hololectinas - Lectinas que possuem dois ou mais domínios ligantes a carboidrato, podendo aglutinar hemácias e/ou precipitar glicoconjugados. * Quimerolectinas - Proteínas de fusão. Possuem pelo menos um dominio ligante a carboidrato, e um outro domínio com uma atividade catalítica ou uma outra atividade biológica como é o caso das RIPs tipo 2 e das Quitinases do tipo 1. Essa classificação foi ampliada: * Superlectinas - Lectinas que possuem 2 ou mais domínios ligantes a carboidratos, domínios esses com especificidade para açúcares diferentes (não-relacionados). Mais recentemente, Monteiro-Moreira (2002) ampliou a classificação, criando o termo Multilectinas, ao mostrar a existência de lectinas possuindo dois ou mais domínios ligantes a carboidratos, idênticos, mas que podem se ligar a açúcares diferentes. É o caso da jacalina (lectina de sementes Artocarpus integrifolia) e da frutalina (lectina de sementes de Artocarpus incisa) que ligam tanto D-galactose como D-manose.
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