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Film & TV
Niterói, Rio de Janeiro, Brazil
Leila Roque Diniz (25 March 1945 – 14 June 1972) was a Brazilian television, movie and theatre actress, whose liberal ideas and attitudes about sex had raised the discontent of both the feminists and the Brazilian military government of the 1960s. Born in a middle-class family and the daughter of a communist activist, Leila worked as a kindergarten teacher at age 15. At age 17, she met movie…
Known for
- Já que Ninguém me Tira Para Dançar — Self (archive footage)2021
- Domingos — (archive footage)2009
- Celebração - 100 Anos do Cinema Nacional — Self1997
- Mulheres de Cinema — Self (archive footage)1978
- Leila Para Sempre Diniz — Self (archive footage)1976
- Love, Carnival and Dreams — Pirata1972
- Mãos Vazias — Ida1971
- O Donzelo — Leila1971
- The Alienist — Eudóxia1970
- E Nós, Aonde Vamos? — Sônia Monteiro1970
via TMDB
Music · MusicBrainz
- Type
- Person
- Gender
- Female
- Country
- Brazil
- Active from
- 1945
- Active to
- 1972
via MusicBrainz · CC0
Listeners · Last.fm
- Listeners
- 2
- Total plays
- 19
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Leila Diniz: os 50 anos da morte da atriz que desafiou conservadorismo e foi perseguida pela ditadura | G1
Amigos e autores relembram trajetória de uma das atrizes mais famosas e polêmicas de sua época.
g1.globo.com →Amigos e autores relembram trajetória de uma das atrizes mais famosas e polêmicas de sua época. Noutra ocasião, um rapaz lhe confidenciou que, depois de conhecer melhor a história de Leila Diniz (1945-1972), interpretada no cinema por Louise Cardoso, resolveu assumir sua homossexualidade para a família. "Leila costumava dizer que tanto fazia interpretar William Shakespeare ou Glória Magadan. O importante era a patota", explica Bigode que, no mesmo ano de lançamento do filme, publicou a biografia Leila Para Sempre Diniz (Record). "Era uma pessoa divertida, mas não era 'porra-louca'. Pelo contrário. No set, era muito responsável. Podia passar a noite na farra. Mas, na manhã seguinte, tomava banho gelado e estava pronta para filmar, sempre com o texto decorado. Levava o trabalho muito a sério". Leila, com saudade da filha Janaína, de apenas sete meses, que ficou no Rio aos cuidados da amiga Ana Maria Magalhães, resolveu voltar para o Brasil. "A Leila, quando viajou para a Austrália, estava repensando sua vida. Não conseguia mais trabalhar como atriz porque estava proibida. Abriu uma butique, a loja Doze, com a Vera Barreto Leite, mas não era bem o que ela queria. Chegou a cogitar a hipótese de abrir uma escolinha. Infelizmente, não deu tempo para nada…", lamenta Bigode. Marieta Severo conta que, por ocasião de seu exílio na Itália, em 1969, Leila foi uma das pessoas que mais lhe escreveram cartas, mandando notícias do Brasil. "Para mim, Leila era imortal. Nunca imaginei que pudesse morrer tão jovem. Quando regressei ao Brasil, com a Silvinha pequena, não pude trazer tudo. Com 23 anos, você não dá valor às coisas que tem. Então, me desfiz de tudo. Tinha certeza de que, quando chegasse em casa, ela me contaria tudo de novo. Hoje em dia, guardo tudo. Até bilhete em guardanapo", explica a atriz. O diário em que redigiu suas últimas palavras foi encontrado, chamuscado, pelo cunhado, o advogado Marcelo Cerqueira. Suas cinzas foram sepultadas no cemitério São João Batista, em Botafogo, no Rio. "Os diários da Leila ficaram comigo por muitos anos. No entanto, nunca li, nem quis publicar. Por diversas vezes, tentei entregá-los para a Janaína. Mas, ela pedia para ficar comigo. Até que chegou uma hora, há alguns anos, que ela aceitou enfrentar os diários da mãe", relata Marieta. Com os sete diários em mãos, a diretora, produtora e roteirista Janaina Diniz Guerra, filha da atriz com o cineasta moçambicano Ruy Guerra, pretende rodar um filme, Despedaços, e uma série documental, Toda Mulher É Meio Leila Diniz. "Tô com muita saudade. Hoje, fui ver os cangurus, as mães e os filhotes. Daqui a uns dois anos, quero voltar para cá, nós duas, ver você correndo por um desses parques daqui, toda colorida e coradinha num lugar como este, com muitos bichos e muito oxigênio vindo dos verdes. Já fiz amizade com um canguru que me seguiu o tempo todo. Volto logo, amor, mais bonita e mais feliz, acho", escreveu. Uma imagem rara mostra Leila e Ana Maria cantando e dançando ao som de Urucubaca (1970), do The Fevers. A cena faz parte de uma comédia que nunca chegou a ser concluída: As Bandidas, de Gustavo Dahl (1938-2011). "Quero apresentar a Leila às novas gerações como uma mulher que abriu a estrada da revolução sexual no Brasil. Provocou as mulheres a conquistar autonomia e igualdade sem jamais perder a ternura. Num mundo cada vez mais agressivo, seu legado de amor e alegria pode nos tornar pessoas melhores", acredita. "Leila andava assustada. Tinha medo que os fanáticos do regime militar, que a consideravam imoral e subversiva, conseguissem prendê-la", recorda o filho do apresentador, Flávio Cavalcanti Júnior, autor de Senhor TV (Matrix). "O velho, então, a convidou para passar uns dias conosco. Leila conquistou a todos com seu alto astral". Difícil dizer, admitem seus amigos. "Imaginar o que Leila estaria fazendo hoje, penso eu, é impossível. Certamente, não estaria fazendo nada daquilo que a gente imagina. Leila sempre foi uma figura absolutame
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Wikidata facts
- Instance of
- human
- Given name
- Leila
- Gender
- female
- Citizenship
- Brazil
- Place of birth
- Niterói
- Place of death
- Indira Gandhi International Airport
- Spouse
- Domingos de Oliveira
- Occupation
- stage actor
- Languages spoken
- Portuguese
- Image
- Leila Diniz, em 1971.tif
- Number of children
- 1
- Significant event
- Japan Airlines Flight 471
- Political ideology
- communism
Show 7 more facts
- date of birth
- 1945-03-25
- date of death
- 1972-06-14
- cause of death
- aircraft crash
- start of work period
- 1962-00-00
- Commons category
- Leila Diniz
- manner of death
- accidental death
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