Mentalização
Sign in to saveAlso known as thinking about thinking, Mentalizacja, mentalizing
In psychology, mentalization is the ability to understand the mental state – of oneself or others – that underlies overt behaviour. Mentalization can be seen as a form of imaginative mental activity that lets us perceive and interpret human behaviour in terms of intentional mental states (e.g., needs, desires, feelings, beliefs, goals, purposes, and reasons). It is sometimes described as "understanding misunderstanding." Another term that David Wallin has used for mentalization is "Thinking about thinking". Mentalization can occur either automatically or consciously.
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Mentalização é um conceito psicológico que descreve a habilidade de compreender o comportamento próprio e de outros através da atribuição de estados mentais. Mentalização pode ser vista como uma forma de atividade mental imaginativa, a qual nos permite perceber e interpretar o comportamento humano em termos de estados mentais intencionais (por exemplo, necessidades, desejos, sentimentos, crenças, metas, propósitos e razões). Enquanto a teoria da mente tem sido discutida em filosofia pelo menos desde Descartes, o conceito de mentalização emergiu na literatura psicanalítica no final da década de 1960, porém diversificou-se apenas no início da década de 1990, quando Simon Baron-Cohen, Uta Frith, e outros fundiram-na com pesquisas sobre déficits neurobiológicos que se correlacioname com o autismo e a esquizofrenia. Concomitantemente, Peter Fonagy e colegas aplicaram-na à psicopatologia do desenvolvimento no contexto das relações de apego que deram errado. Mais recentemente, vários pesquisadores de saúde mental infantil, tais como Arietta Slade, John Grienenberger, Alicia Lieberman, Daniel Schechter, e têm aplicado a mentalização tanto para a pesquisa sobre paternidade quanto para intervenções clínicas com pais, recém-nascidos e crianças. Mentalização tem implicações para a teoria do apego bem como para o auto-desenvolvimento. De acordo com Peter Fonagy, indivíduos sem vinculação adequada (por exemplo, devido a abuso físico, psicológico ou sexual), podem ter maiores dificuldades no desenvolvimento de habilidades de mentalização. O histórico do apego determina parcialmente a força da capacidade de mentalização dos indivíduos. Indivíduos com base segura tendem a ter um cuidador primário "mentalizado", o que resulta em capacidades mais robustas para representar os estados de suas próprias mente, bem como a de outras pessoas. Uma exposição prematura à mentalização na infância pode servir para proteger o indivíduo de adversidades psicossociais.
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