Vadia, puta, vagabunda ou quenga (em inglês: slut) são pejorativos aplicados a pessoas, principalmente mulheres, que são julgadas como promíscua ou detentoras de uma moral sexual não ajusta aos padrões da sociedade. Geralmente é usado como insulto, gíria sexual ou como pejorativo de depreciação (slut-shaming). Originalmente, a definição de slut era "uma mulher suja e desleixada". No uso contemporâneo o termo raramente é empregado para se referir a homens, e nesses casos o slut costuma ser acompanhado por especificação de gênero, sendo mais comuns os termos compostos male slut ou man whore que são usados sobretudo para se referir a prostitutos. O primeiro registro do termo é datado por volta de 1386, quando foi mencionado para adjetivar um homem se referindo especificamente à sua aparência desajeitada nos Contos de Cantuária, do escritor inglês Geoffrey Chaucer, Slut-shaming é um termo derivado que designa o ato de exposição do comportamento sexual de uma pessoa num contexto sexista e com o objetivo de causar vergonha, constrangimento e repressão por meio do estigma social. A partir do final do século XX, popularizaram-se as tentativas de reapropriação do sentido da palavra, como por exemplo pelas várias manifestações conhecidas como Marcha das Vadias (do inglês SlutWalk), e algumas pessoas utilizam o termo como forma de empoderamento também pela reapropriação semântica.
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