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Protestos no Líbano em 2019 são uma série contínua de protestos civis no Líbano, inicialmente desencadeados por impostos planejados sobre gasolina, tabaco e telefonemas online, como através do WhatsApp, mas expandiram-se rapidamente por todo o país para uma rejeição ao regime sectário, a economia estagnada, ao desemprego, a corrupção endêmica no setor público, a legislação (como o sigilo bancário) que é percebida como uma forma de salvaguardar a classe dominante da prestação de contas e as falhas do governo em fornecer serviços básicos como eletricidade, água e saneamento. Os protestos eclodiram inicialmente em 17 de outubro de 2019. Como resultado dos protestos, o Líbano entrou em crise política, com o primeiro-ministro Saad Hariri apresentando sua demissão e ecoando as demandas dos manifestantes por um governo de especialistas independentes. Outros políticos visados pelos protestos permaneceram no poder. Em 19 de dezembro de 2019, o ex-ministro da Educação Hassan Diab foi designado como o próximo primeiro-ministro e foi encarregado de formar um novo gabinete. Protestos e atos de desobediência civil continuaram desde então, com manifestantes denunciando e condenando a designação de Diab como primeiro-ministro.
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