A teoria austríaca do ciclo económico (ABCT) oferece uma perspectiva detida pela Escola Austríaca sobre como os incentivos do setor privado criado pelas manipulações de oferta de dinheiro e crédito realizadas pelo banco central se trata de um conjunto econômico destrutivo seguido de um crescimento à uma crise aprofundada. A teoria austríaca dos ciclos econômicos originou-se no trabalho dos economistas da Escola Austríaca Ludwig von Mises e Friedrich Hayek, um dos únicos que alertavam para a possibilidade de uma grande crise econômica, a qual se concretizou com o Crash da Bolsa de Valores de Nova York em 1929. Hayek ganhou o Prêmio Nobel de Economia em 1974 (compartilhado com Gunnar Myrdal) em parte por seu trabalho nesta teoria. A ABCT é essencialmente uma teoria de razão expansões econômicas insustentáveis, isto é, expansões macroeconômicas que são inevitavelmente seguidas em algum momento por contrações macroeconômicas. No centro do cenário de crescimento e crise, o fenômeno de é predominante. A dimensão intertemporal da estrutura de produção é incansavelmente enfatizada pelos economistas austríacos. A produção em uma economia moderna é um processo que não segue uma linha reta de construção e entendimento. A estrutura de processos de produção, complicada e de determinada maneira frágil, requer que informações complementares estejam disponíveis não apenas nas magnitudes certas, mas também nos momentos certos no tempo. Se não estiverem, então projetos que antes pareciam lucrativos logo serão revelados como não lucrativos. Em outras palavras, o que parecia ser criação de capital é visto, de fato, como consumo de capital.
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Discovered by embedding cosine similarity (sentence-transformers MiniLM, 384-dim).