File:Achilles_fighting_against_Memnon_Leiden_Rijksmuseum_voor_Oudheden.jpg · Wikimedia Commons · See Wikimedia Commons
Also known as good guy, heroes
thumb|Achilles during the [[Trojan War, as depicted in an ancient Greek polychromatic pottery painting (dating to ).]] thumb|upright|Joan of Arc is considered a medieval Christian heroine of France for her role in the [[Hundred Years' War, and was canonized as a Roman Catholic saint]] thumb|upright|William Tell, a popular [[folk hero of Switzerland.]] thumb|upright|Giuseppe Garibaldi, celebrated as one of the greatest generals of modern times, is considered an Italian national hero for his role in the [[Italian unification, and is known as the "Hero of the Two Worlds" because of his military e
A hero is a person, real or legendary, who is celebrated for their remarkable deeds, courage, or role in significant historical events—such as Achilles in ancient Greek mythology, Joan of Arc in medieval France, or Giuseppe Garibaldi in Italian unification. Heroes matter because they represent ideals of bravery and achievement that inspire and define the values of their cultures and communities.
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Herói é uma figura arquetípica, personagem modelo, que reúne, em si, os atributos necessários para superar, de forma excepcional, um determinado problema de dimensão épica. Do grego ἥρως, pelo termo latino heros, o termo "herói" designava, originalmente, o protagonista de uma obra narrativa ou dramática. Para os Gregos antigos, o herói situava-se na posição intermédia entre os Deuses e os Homens, sendo, em geral, filho de um Deus e de uma Mortal (Hércules, Perseu), ou vice-versa (Aquiles). Portanto, para os gregos antigos, o herói tinha uma dimensão semidivina. Compreendido diferentemente consoante as épocas, as correntes estético-literárias, os géneros e subgéneros narrativos, o herói é marcado por uma projecção ambígua: por um lado, representa a condição humana, na sua complexidade psicológica, social e ética; por outro, transcende a mesma condição, na medida em que representa facetas e virtudes que o homem comum não consegue mas gostaria de atingir – fé, coragem, força de vontade, determinação, paciência etc. O heroísmo que resulta em autossacrifício chama-se martírio. O herói será tipicamente guiado por ideais nobres e altruístas – liberdade, fraternidade, sacrifício, coragem, justiça, moral, paz. Eventualmente, buscará objetivos supostamente egoístas (vingança, por exemplo); no entanto, suas motivações serão sempre moralmente justas ou eticamente aprováveis, mesmo que ilícitas. Aqui, é preciso observar que o heroísmo caracteriza-se principalmente por ser um ato moral. Existem casos em que indivíduos sem vocação heroica protagonizam atitudes dignas do herói. Há também aqueles em que os indivíduos demonstram virtudes heroicas para realizar façanhas de natureza egoísta, motivados por vaidade, orgulho, ganância, ódio etc. É o caso dos caçadores de fortuna (piratas, mercenários etc). Tais exceções não os impedem de serem admirados como heróis; no entanto, serão melhor representados no arquétipo do anti-herói. Através das histórias em quadrinhos, do cinema e de outras mídias, a cultura de massa popularizou a figura do super-herói, que são indivíduos dotados de atributos físicos extraordinários como corpo à prova de balas, capacidade de voar etc. Merecem explicação à parte (vide super-herói).
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Discovered by embedding cosine similarity (sentence-transformers MiniLM, 384-dim).