
impulsividade
Sign in to saveAlso known as Impulsive Behavior, Impulsive Behaviour, impulsiveness, caprice, capricious, capriciousness, whimsical, impetuous
thumb|right|200px|Orbitofrontal cortex, part of the prefrontal cortex that shapes decision-making In psychology, impulsivity (or impulsiveness) is a tendency to act on a whim, displaying behavior characterized by little or no forethought, reflection, or consideration of the consequences. Impulsive actions are typically "poorly conceived, prematurely expressed, unduly risky, or inappropriate to the situation that often result in undesirable consequences," which imperil long-term goals and strategies for success. Impulsivity can be classified as a multifactorial construct. A functional variety o
Research
91,966 papers- Impulsivity.Journal of psychopharmacology (Oxford, England) · 2000
- Impulsivity in mania.Current psychiatry reports · 2009
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- Impulsivity: a discussion of clinical and experimental findings.Journal of psychopharmacology (Oxford, England) · 1999
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via PubMed
Wikidata facts
- Instance of
- medical diagnosis
- Subclass of
- human behavior
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- exact match
- purl.obolibrary.org/obo/HP_0100710
- facet of
- impulse control disorder
- NCI Thesaurus ID
- C93213
- Commons category
- Impulsivity
Sources (3)
via Wikidata · CC0
Article · Português
Impulsividade é um construto multifatorial que envolve uma tendência a agir sobre um capricho, exibindo comportamento caracterizado por pouca ou nenhuma premeditação, reflexão ou consideração das conseqüências. Ações impulsivas são tipicamente "mal concebidas, prematuramente expressas, indevidamente arriscadas ou inadequadas à situação que muitas vezes resultam em conseqüências indesejáveis", que põem em perigo o longo prazo e as estratégias para o sucesso. Uma variedade funcional de impulsividade também já foi sugerida, o que envolve a ação sem muita premeditação em situações apropriadas que podem e resultam em conseqüências desejáveis. "Quando tais ações têm resultados positivos, elas tendem a não ser vistas como sinais de impulsividade, mas como indicadores de ousadia, rapidez, espontaneidade, coragem ou não-convencionalidade". Assim, a construção da impulsividade inclui pelo menos dois componentes independentes: primeiro, agir sem uma quantidade adequada de deliberação, que podem ou não ser funcionais; e em segundo lugar, a escolha de ganhos de curto prazo sobre os de longo prazo. A impulsividade é tanto uma faceta da personalidade como um componente importante de várias doenças, incluindo o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), distúrbios de uso de substâncias, Transtorno bipolar, Transtorno de personalidade antissocial, e Transtorno de personalidade limítrofe. Impulsividade também pode ser um fator na procrastinação. Padrões anormais de impulsividade também foram observads casos de dano cerebral e Neurodegeneração. Os achados neurobiológicos sugerem que existem regiões cerebrais específicas envolvidas no comportamento impulsivo, embora diferentes redes cerebrais possam contribuir para diferentes manifestações de impulsividade. Muitas ações contêm características impulsivas e compulsivas, mas a impulsividade e a compulsividade são funcionalmente distintas. A impulsividade e compulsividade estão inter-relacionadas de modo que cada uma exibe uma tendência a agir prematuramente ou sem pensamento anterior e muitas vezes incluem resultados negativos. A compulsividade pode estar em um continuum com a compulsividade em um extremo e a impulsividade em outro, mas a pesquisa tem sido contraditória sobre este ponto. A compulsividade ocorre em resposta a um risco ou ameaça percebida, a impulsividade ocorre em resposta a um ganho ou benefício imediato percebido, e, enquanto a compulsividade envolve ações repetitivas, a impulsividade envolve reações não planejadas. Também pode ser uma distinção entre gatilhos internos e externos em que a compulsão é induzida por pressuposições externas e a impulsão é induzida pela percepção interna, enquanto o resultado de qualquer ação pode ser positivo ou negativo.
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