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Jones Manoel
Sign in to saveAlso known as Jones Manoel da Silva
Brazilian intellectual and communist militant
Person · Open Library
- Born
- 9 de janeiro de 1990
- Works
- 1
Top works
- Pátria Socialista ou Morte
via Open Library + Wikidata
Listeners · Last.fm
- Listeners
- 1,461
- Total plays
- 13,868
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Início - Boletim Semanal Jones Manoel
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Jones Manoel: "Quero socializar o conhecimento sobre nomes fundamentais do pensamento crítico e da luta popular" – CartaCapital
O historiador estreia coluna em vídeo no canal de CartaCapital no Youtbe nesta quarta-feira 05 às 18h
cartacapital.com.br →“Comecei meu processo de politização a partir do rap com Racionais MCs, Facção Central, GOG, Tupac Shakur, etc”, conta. Em 2011, com 23 anos de idade, ele começou a cursar história na Universidade Federal de Pernambuco ao mesmo tempo que iniciou sua militância no Partido Comunista Brasileiro (PCB), sigla que ele faz parte até hoje. “Vou procurar atuar em dois sentidos: fazendo uma espécie de glossário com temas fundamentais do debate político, como vídeos explicando o que é liberalismo, imperialismo, fascismo, ideologia, soberania nacional e outros conceitos, sempre indicando bibliografia para se aprofundar; e ajudando a socializar o conhecimento sobre nomes fundamentais do pensamento crítico e da luta popular, com vídeos no estilo ‘quem foi…’ sobre figuras como Frantz Fanon, Vânia Bambirra, Ana Montenegro, Minervino de Oliveira, Thomas Sankara, Ruy Mauro Marini, Domenico Losurdo e outros, sempre indicando também livros para conhecer melhor o pensamento desses autores e autoras.”, conta. Jones Manoel: Bem, eu sou Jones Manoel, filho de Dona Elza e Luis Manoel, nascido e criado na Favela da Borborema em Recife. Filho de uma mulher negra que começou a trabalhar com 8 anos de idade e, aos 15, migrou para Recife para trabalhar como empregada doméstica. Meu pai, quando eu tinha 11 anos, foi assassinado, e como a maioria dos casos de homicídio, foi um crime nunca solucionado no qual ninguém foi punido. Cresci com minha mãe e irmã mais velha, Juliana. Comecei a trabalhar muito cedo, vendendo jornal no sinal de trânsito aos 14 anos para ajudar em casa. Passei toda a adolescência sem ter adolescência, trabalhando e estudando. Comecei meu processo de politização a partir do rap com Racionais MCs, Facção Central, GOG, Tupac Shakur, etc. JM: Eu sou um historiador que procura cultivar a amplitude de conhecimentos. Estudo e debato temas da sociologia, teoria política, geopolítica, direito, economia, filosofia, etc. Vou procurar atuar em dois sentidos: fazendo uma espécie de glossário com temas fundamentais do debate político, como vídeos explicando o que é liberalismo, imperialismo, fascismo, ideologia, soberania nacional e outros conceitos, sempre indicando bibliografia para se aprofundar; e ajudando a socializar o conhecimento sobre nomes fundamentais do pensamento crítico e da luta popular, com vídeos no estilo “quem foi…” sobre figuras como Frantz Fanon, Vânia Bambirra, Ana Montenegro, Minervino de Oliveira, Thomas Sankara, Ruy Mauro Marini, Domenico Losurdo e outros, sempre indicando também livros para conhecer melhor o pensamento desses autores e autoras. JM : Bem, essa é a pior oposição da história brasileira. É uma oposição que não consegue oferecer uma alternativa real e radical a ofensiva burguesa hoje coordenada pelo bolsonarismo. Desde o segundo Governo Dilma, quando ela colocou o Joaquim Levy no Ministério da Fazenda, teve início um ajuste fiscal antipopular que sob Michel Temer e Bolsonaro/Guedes só se radicalizou, isso sem falar no fortalecimento do Estado penal e policial. A oposição fica presa entre brigas palacianas e mesquinhas, como a disputa entre Lula e Ciro Gomes, buscando alianças com apoiadores da política econômica de Paulo Guedes como Rodrigo Maia, FHC, PSDB etc., e comemorando coisas sem importância político-estratégica, como “vitória” em Reality show da Globo ou debatendo política a partir das músicas de Beyonce. Enquanto não tivermos uma oposição conectada com a realidade material da nossa classe, que coloque os debates em termos estruturais e críticos, que consiga ser organizadora de uma vontade nacional-popular no sentido da Revolução Brasileira, vamos continuar sendo derrotados. É incrível, por exemplo, como mesmo após tudo o que vimos nos últimos 5 anos, especialmente agora no Governo Bolsonaro, a maioria da esquerda brasileira ainda resiste em falar e debater o imperialismo e uma visão radical, antiburguesa, de soberania nacional e defesa dos nossos recursos naturais. Esse discurso democrático, legal
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Wikidata facts
- Instance of
- human
- Gender
- male
- Citizenship
- Brazil
- Place of birth
- Recife
- Occupation
- politician
- Educated at
- Federal University of Pernambuco
- Political party
- Brazilian Communist Party
- Languages spoken
- Portuguese
- Official website
- jonesmanoel.com.br
- Image
- Jones Manoel.jpg
- Political ideology
- Marxism–Leninism
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- described at URL
- www.cartacapital.com.br/politica/quero-socializar-o-conhecimento-sobre-nomes-fundamentais-do-pensamento-critico-e-da-luta-popular
- social media followers
- 615000
- ethnic group
- Black people
- date of birth
- 1990-01-09
- Commons category
- Jones Manoel
- political alignment
- far-left politics
- number of viewers/listeners
- 66717431
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