Also known as rime royal
rhyming stanza form; seven lines, usually in iambic pentameter, with rhyme scheme a-b-a-b-b-c-c
Rima real (rhyme royal) - estrofa de sete versos todos decassílabos heroicos com rima ABABBCC. Foi introduçã por Geoffrey Chaucer, escritor considerado um dos grandes poetas da língua inglesa, no século XIV. Estrofe ABABBCC tem sido utilizado por muitos poetas nos séculos XV e XVI (por exemplo por John Lydgate, , Thomas Wyatt, Thomas Sackville, , Edmund Spenser). From the besieged Ardea all in post,Borne by the trustless wings of false desire,Lust-breathed Tarquin leaves the Roman host,And to Collatium bears the lightless fireWhich, in pale embers hid, lurks to aspireAnd girdle with embracing flames the waistOf Collatine's fair love, Lucrece the chaste.(William Shakespeare, The Rape of Lucrece) No século XIX William Morris usou o stanza no um poema longo The Earthly Paradise. Nos Estados Unidos rima real foi utilizada por Emma Lazarus. No literatura Inglês rima real desempenha o mesmo papel, que oitava rima camoniana (ABABABCC) nos literaturas italiana, portuguesa e espanhola.Esquema de rimas ABABBCC foi utilizada em português por Francisco de Sá de Miranda e Gil Vicente. Exemplo de uso deste esquema é poema por Gil Vicente: Adorae montanhasO Deos das alturas,Tambem as verduras,Adorae desertosE serras floridasO Deos dos secretos,O Senhor das vidas;Ribeiras crescidasLouvae nas alturasDeos das creaturas.Louvae arvoredosDe fruto presado,Digam os penedos:Deos seja louvado,E louve meu gadoNestas verdurasDeos das alturas.(Gil Vicente, Villancete)
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