communities of Tibetans living outside of Tibet
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A diáspora tibetana é a diáspora do povo tibetano que vive fora do Tibete. A emigração tibetana tem três fases distintas. A primeira etapa foi em 1959 após a fuga do 14º Dalai Lama para Dharamshala, na Índia, com medo de perseguição do Exército Popular de Libertação chinês. A segunda etapa ocorreu na década de 1980, quando a China abriu parcialmente o Tibete aos estrangeiros. A terceira etapa começou em 1996 e continua até hoje, embora com menor frequência. Há uma tensão social considerável entre os refugiados da primeira e da segunda onda, chamados de 'Shichak tibetanos', e os refugiados da terceira onda, chamados de 'Sanjor tibetanos'. O rótulo 'Sanjor' é considerado pejorativo pelos tibetanos recém-chegados. Nem toda emigração do Tibete é permanente; alguns pais no Tibete enviaram seus filhos às comunidades da diáspora para receber uma educação tradicional budista tibetana. O censo de 2009 registrou cerca de 128.000 tibetanos no exílio, com a maior parte da comunidade vivendo na Índia, Nepal e Butão. No entanto, em 2005 e 2009, havia estimativas de até 150.000 vivendo no exílio.
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