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Also known as Archaebacteria, Archaeobacteria, Archaeans, Archaeon
domínio da vida formado por organismos unicelulares
Archaea is a domain of single-celled organisms that were originally thought to be prokaryotes distinct from bacteria, though scientists have discovered that eukaryotes (including all animals, plants, and fungi) actually evolved from archaea. Today, the term "archaea" typically refers to the prokaryotic members of this group, even though technically eukaryotes are also part of the archaea domain from an evolutionary standpoint.
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古細菌ドメイン
Kingdom
The existence of archaea in the oceans has been known for a long time. However, they were only discovered in the North Sea in the beginning of the 21st century. Archaea resemble normal bacteria, but are very different internally. They can live under extreme conditions: there are archaea known to live in boiling water! Archaea play an important role in the nitrogen cycle in the North Sea. These organisms are capable of changing ammonia into nitrite. One liter of seawater by Texel contains 5 to 45 million archaea. They are found particularly in the winter, when there is too little light for algae to grow.
via
Archaea (do grego: antigo, velho; em português: arquea, arqueia, arqueiaAO 1990, arquaia) é a designação de um domínio de seres vivos unicelulares morfologicamente semelhantes às bactérias, mas genética e bioquimicamente tão distintas destas como dos eucariontes. Esses micro-organismos não possuem um núcleo celular e são, portanto, procariontes. As arqueias foram inicialmente classificadas como um tipo de bactérias, recebendo o nome archaebacteria, mas essa classificação está obsoleta. Elas foram renomeadas para esclarecer que as arqueias estão mais intimamente ligadas aos eucariontes (vida na qual as células possuem um núcleo), do que às bactérias. As células das arqueias possuem propriedades únicas, separando-as dos domínios Bacteria e Eukaryota. As arqueias são divididas em vários filos reconhecidos, entretanto, a sua classificação é difícil, pois a maioria não foi isolada em laboratório e somente foi detectada pela análise de seus ácidos nucleicos em amostras de seu ambiente. A separação entre os domínios Bacteria e Archaea deu-se na década de 1970, quando o microbiólogo Carl Woese verificou que ao comparar as sequências de RNA ribossómico de várias espécies era possível separá-las em três grupos distintos. Apesar do nome (Archaea em grego significa “antigo”), este não significa que as Archaeas sejam mais semelhantes aos organismos primitivos do que as Bactérias ou os Eucariotas. Woese decidiu atribuir o nome Archaea a este domínio para fazer sobressair a sua natureza mais primitiva relativamente aos Eucariotas. As arqueias possuem características que podem ser encontradas em eucariotas ou em bactérias. A título de exemplo, as arqueias possuem geralmente um único cromossoma circular - à semelhança das bactérias -, mas os seus cromossomas podem ter mais do que uma origem de replicação - fenómeno que se pensava estar presente apenas nos eucariotas. No entanto, elas possuem características morfologicas próprias que justificam seu distanciamento das bactérias. A mais marcante dessas características distintivas é a ausência de um núcleo delimitado por uma membrana; por este motivo, tanto as arqueias como as bactérias são denominadas de procariotas. Uma vez que esta definição de procariotas é baseada em uma ausência, i.e., é feita com base numa característica que está presente nos eucariotas mas não está presente nos procariotas, alguns autores sugerem que a transcrição acoplada à tradução seja utilizada como característica apomórfica dos procariotas. Algumas arqueias possuem características metabólicas únicas, tais como: * Algumas espécies de Archaea (Halobacteria), produzem energia a partir da luz, por uma estrutura celular chamada bacteriorrodopsina. Isto constitui um fenómeno de fototrofia (mas não de fotossíntese). * Algumas arqueias pertencentes ao filo Euryarchaeota conseguem produzir metano, sendo por isso chamadas de metanogénios. Alguns destes organismos vivem no intestino de ruminantes. Além disso, as arqueias possuem uma membrana celular com lípidos compostos de uma associação de glicerol-éter, enquanto que os das bactérias e eucariotas são compostos de glicerol-éster. Além disso, o grupo glicerol ao qual a cadeia hidrofóbica se encontra ligada tem estereoquímica diferente nas arqueias, comparativamente às bactérias e aos eucariotas. Também ao contrário das bactérias, as arqueias não possuem uma parede celular de peptidoglicanos. Apenas um grupo relativamente pequeno de arqueias possui uma parede celular composta por um polissacarídeo (pseudomureína); a maior parte das arqueias possui antes uma estrutura proteica para-cristalina chamada de S-layer ("superfície S"). Finalmente, o flagelo das arqueias é diferente em composição e desenvolvimento do das bactérias, tendo sido inclusivamente chamado de arcaelo (do original archaellum) para evidenciar as diferenças relativamente ao flagelo bacteriano. O reino Archaea contém os filos * Korarchaeota * Crenarchaeota * Euryarchaeota * Nanoarchaeota * Thaumarchaeota (anteriormente considerados "Crenarchaeota mesófilos") * 'Aigarchaeota' Em 2015 foi sugerida a existência de um novo filo, o Lokiarchaeota.
Discovered by embedding cosine similarity (sentence-transformers MiniLM, 384-dim).
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