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Also known as Asperger's syndrome, autistic psychopathy, aspie, AS, aspie syndrome, low-needs autism, Aspergers, Asperger syndrome
perturbação do neurodesenvolvimento que faz parte do transtorno do espectro autista
Asperger syndrome is a neurodevelopmental disorder on the autism spectrum that affects how people process information and interact socially, often while maintaining average to above-average intelligence. It matters because understanding it helps us recognize that autistic individuals think and communicate differently, enabling better support and inclusion in schools, workplaces, and communities.
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Síndrome de Asperger (SA) é desde 2013, uma subcategoria do Transtorno do Espectro Autista (TEA) em seu grau de necessidade de suporte mais baixo (1), é um transtorno de neurodesenvolvimento caracterizado por alterações significativas no nível dos relacionamentos sociais e comunicação não verbal, a par de interesses e padrões de comportamento restritos e repetitivos. Embora não sejam sinais determinantes para o diagnóstico, a descoordenação física e formas particulares de linguagem são comuns. Os sinais geralmente começam a manifestar-se antes dos dois anos de idade e não existe cura, pois não é uma doença. Desconhecem-se as causas exatas da síndrome de Asperger. Embora possa ser parcialmente hereditária, ainda não se determinou de forma conclusiva quais são os mecanismos genéticos subjacentes. Pensa-se que os fatores ambientais tenham igualmente influência. A neuroimagiologia não demonstra haver um problema fisiopatológico comum. Em 2013, o diagnóstico de Asperger foi retirado da 5ª edição do Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais (DSM-V). Atualmente, estes sintomas estão incluídos nas perturbações do espectro autista, a par do autismo e perturbação global do desenvolvimento sem outra especificação (PGD-SOE). O nome Asperger continuava a fazer parte da 10ª edição da Classificação Internacional de Doenças (CID-10), já tendo sido sido retirado no CID-11. Não existe um tratamento único e existem poucas evidências a apoiar a eficácia de intervenções específicas. O tratamento destina-se a melhorar as competências de comunicação e a corrigir as rotinas obsessivas ou repetitivas e a descoordenação física. Entre as possíveis intervenções estão o treino em competências sociais, a terapia cognitivo-comportamental, a fisioterapia, a terapia da fala, a formação dos pais e a administração de medicamentos para os problemas associados, como perturbações do humor ou ansiedade. Verificam-se melhorias na maior parte das crianças à medida que vão crescendo, embora a dificuldade em socializar e comunicar geralmente persista. Alguns investigadores e pessoas envolvidas no espectro autista têm vindo a defender uma mudança de atitude em relação ao transtorno, sublinhando que o espectro autista é uma diferença natural humana, e não uma doença que deve ser tratada ou curada. Estima-se que em 2015 a síndrome de Asperger afetasse 37,2 milhões de pessoas em todo o mundo. A síndrome é assim denominada em referência ao pediatra Nazista austríaco Hans Asperger, que em 1944 descreveu as crianças no seu consultório a quem faltavam competências de comunicação não verbal, com limitações em compreender os sentimentos dos outros e com descoordenação física. A concepção atual da síndrome de Asperger foi estabelecida em 1981, data a partir da qual se tem vindo a popularizar. No início da década de 1990 que surgiram os primeiros critérios de diagnóstico normalizados. No entanto, continuam em aberto várias questões e controvérsias em relação a alguns aspetos do transtorno.
Discovered by embedding cosine similarity (sentence-transformers MiniLM, 384-dim).
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