
Kallocain is a 1940 dystopian novel by Swedish novelist Karin Boye that envisions a future of drab terror. Seen through the eyes of the idealistic scientist Leo Kall, Kallocain is a depiction of a totalitarian world state. An important aspect of the novel is the relationships and connections between the various characters, such as the marriage of the main character and his wife, Linda Kall, and the feelings of jealousy and suspicion that may arise in a society with heavy surveillance and legal uncertainty.
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Kalocaína (em sueco: Kallocain) é um romance distópico escrito pela autora sueca Karin Boye, publicado em 1940.Descreve um mundo em um futuro desumanizado sob um estado totalitário e repressivo, o Estado Mundial (em sueco: Världsstaten). O narrador e personagem principal do romance é o químico Leo Kall, que cria uma droga, um soro da verdade, que iria garantir a absoluta insubordinação dos cidadãos ao estado. Neste sentido, a obra é similar a Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, onde o uso de uma droga de efeitos similares é usada. Entretanto, enquanto que a droga de Admirável Mundo Novo suprime a intenção de pensamentos indesejados ao estado, a kalocaína é usada em indivíduos e possíveis pensamentos rebeldes. A obra foi traduzida para a língua portuguesa no Brasil por Janer Cristaldo, e publicada em 1974. Em Portugal o tradutor foi João Reis, com a primeira edição publicada em 2016.
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