período de guerras civis e revoluções na América Central, anos 1970–1990
via Wikidata · CC0
Os Conflitos armados na América Central ou Crises na América Central foram uma série de conflitos protagonizados com início na década de 1960 por grupos armados conhecidos como guerrilheiros, que se prolongaram por três décadas durante a Guerra Fria, e transcenderam para além das fronteiras englobando países como a Guatemala, Honduras, Nicarágua e El Salvador. Estes, geralmente surgem como uma reação, e com a intenção de derrubar, as ditaduras militares e governos autocráticos de direita conservadora implantados ou apoiados pelos Estados Unidos para proteger os seus interesses geopolíticos, porém, a estrutura da organização da guerrilha nos diversos países e como tentaram eliminar os movimentos insurgentes foram muito diferentes. As guerrilhas, visando à esquerda socialista, foram inicialmente apoiadas pela sociedade civil, especialmente pelos camponeses e as populações indígenas, no campo armado e no de abastecimento em termos de necessidades como comida e água, entre outros. Gradualmente, conforme foram violando os direitos humanos, foram perdendo o apoio de suas bases e acabaram aceitando o para a paz na década de 1980. Esses conflitos foram mais um cenário da Guerra Fria, pelo apoio direto ou indireto da guerrilha esquerdista por parte da extinta União Soviética também por motivações geopolíticas. Em particular, os Estados Unidos receavam que a vitória por forças comunistas ameaçasse o Canal do Panamá e outros interesses estratégicos na região.
Abstract from DBpedia / Wikipedia · CC BY-SA
Discovered by embedding cosine similarity (sentence-transformers MiniLM, 384-dim).