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The electron is a subatomic particle with an electric charge of -1. It possesses a spin quantum number of 0.5 and a parity quantum number of 1. Its mass is 0.51099895, and its magnetic moment is 1.00115965218059. The g-factor for the electron is -2.00231930436256.
The electron was discovered in 1897. It is assigned the Monte Carlo Particle Number "11". The subject is categorized under the Commons category "Electrons". It is referenced by 3,237 other encyclopedia articles. In PubMed, the query for electron yields a count of 1075229.
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Key facts
- Particle.spin
- ħ
- Particle.name
- Electron
- Particle.image
- Atomic-orbital-clouds spd m0.png
- Particle.image_size
- 280px
- Particle.caption
- Hydrogen atomic orbitals at different energy levels. The more opaque areas are where one is most likely to find an electron at any given time.
- Particle.composition
- Elementary particle
- Particle.statistics
- Fermionic
- Particle.group
- Lepton
- Particle.generation
- First
- Particle.interaction
- Weak, electromagnetic, gravity
- Particle.antiparticle
- Positron
- Particle.theorized
- Richard Laming (1838–1851),G. Johnstone Stoney (1874) and others.
- Particle.discovered
- J. J. Thomson (1897)
- Particle.symbol
- ,
- Particle.mass
- []−1 Da
- Particle.electric_charge
- −
- Particle.mean_lifetime
- > (theoretically stable)
via Wikipedia infobox
Research
1,075,229 papers- Electron Transfer Beyond the Outer Membrane: Putting Electrons to Rest.ReviewAnnual review of microbiology · 2023Gralnick JA, Bond DRDOI: 10.1146/annurev-micro-032221-023725
- Microbial electron uptake in microbial electrosynthesis: a mini-review.ReviewJournal of industrial microbiology & biotechnology · 2019Karthikeyan R, Singh R, Bose ADOI: 10.1007/s10295-019-02166-6
- Complex II ambiguities-FADH(2) in the electron transfer system.ReviewThe Journal of biological chemistry · 2024Gnaiger EDOI: 10.1016/j.jbc.2023.105470
- Energetics, electron uptake mechanisms and limitations of electroautotrophs growing on biocathodes - A review.ReviewBioresource technology · 2021Massazza D, Robledo AJ, Rodriguez Simón CN et al.DOI: 10.1016/j.biortech.2021.125893
- Molecular Mechanisms of Microbial Extracellular Electron Transfer: The Importance of Multiheme Cytochromes.ReviewFrontiers in bioscience (Landmark edition) · 2022Paquete CM, Morgado L, Salgueiro CA et al.DOI: 10.31083/j.fbl2706174
- Reductive electron transfer and transport of excess electrons in DNA.ReviewAngewandte Chemie (International ed. in English) · 2003Wagenknecht HADOI: 10.1002/anie.200301629
- The electron's spin and molecular chirality - how are they related and how do they affect life processes?ReviewChemical Society reviews · 2016Michaeli K, Kantor-Uriel N, Naaman R et al.DOI: 10.1039/c6cs00369a
- Novel Outlook in Microbial Ecology: Nonmutualistic Interspecies Electron Transfer.ReviewTrends in microbiology · 2020Moscoviz R, Quéméner ED, Trably E et al.DOI: 10.1016/j.tim.2020.01.008
via PubMed
Article · Português
O elétron(pt-BR) ou eletrão(pt-PT?) (do grego ήλεκτρον, élektron, "âmbar") é uma partícula subatômica, de símbolo e− ou β−, com carga elétrica negativa. Pertence à primeira geração da família dos léptons, e considera-se que são partículas elementares porque não possuem componentes conhecidos. A massa do elétron é aproximadamente 1/1836 da massa do próton. As propriedades quânticas do elétron incluem um momento angular intrínseco (spin) fracionário, o que significa que é um férmion. Portanto, dois elétrons não podem ocupar o mesmo estado quântico, de acordo com o princípio da exclusão de Pauli. Como toda matéria, possui propriedades de ondas e de corpúsculos: pode colidir com outras partículas, mas também pode ser difratado, assim como a luz. As são mais fáceis de se observar experimentalmente do que as de outras partículas como os nêutrons e prótons porque os elétrons têm uma massa menor e assim um comprimento de onda de Broglie maior. Os elétrons desempenham um papel essencial em muitos fenômenos físicos, tais como a eletricidade, o magnetismo e a condutividade térmica. Os elétrons estão sujeitos à ação de três interações fundamentais da natureza: a gravidade, a força eletromagnética e a força fraca. Por ter carga elétrica, um elétron gera um campo elétrico em sua vizinhança. Quando se move em relação a um observador gera também um campo magnético. Campos eletromagnéticos externos afetam um elétron por meio da força de Lorentz. Elétrons irradiam energia na forma de fótons quando acelerados. Elétrons são também essenciais em muitas aplicações tecnológicas, tais como a eletrônica, a soldagem, os tubos de raios catódicos, a microscopia eletrônica, a radioterapia, os lasers, os detectores de radiação ionizante e os aceleradores de partículas. Interações envolvendo elétrons e outras partículas subatômicas são de interesse da química e da física nuclear. A interação entre os prótons, localizados no núcleo atômico, e os elétrons por meio da força de Coulomb é responsável pela estrutura do átomo. As ligações químicas são devidas à troca ou compartilhamento de elétrons entre dois ou mais átomos. O filósofo natural foi o primeiro a teorizar o conceito de uma carga elétrica de quantidade indivisível para explicar as propriedades químicas dos átomos em 1838. O físico George Johnstone Stoney nomeou esta carga como ‘electron’ em 1891, enquanto que Joseph John Thomson e sua equipe identificaram a partícula em 1897. Os elétrons também podem participar em reações nucleares, tais como a nucleossíntese estelar, onde são conhecidos como partículas beta. Elétrons podem ser criados a partir do decaimento beta de isótopos radioativos e em colisões de alta energia, por exemplo quando os raios cósmicos entram na atmosfera terrestre. A antipartícula do elétron é denominada pósitron; tem muitas características idênticas às do elétron, mas sua carga elétrica é positiva. Quando um elétron colide com um pósitron, ambas as partículas são totalmente aniquiladas, produzindo fótons de raios gama.
Abstract from DBpedia / Wikipedia · CC BY-SA
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