Also known as AntiBalaka
The Anti-balaka is an alliance of militia groups based in the Central African Republic in the early 21st century said by The Guardian to be composed primarily of Christians, but also some Muslims. The Tony Blair Faith Foundation and journalist Andrew Katz have noted that animists also participate in Anti-balaka groups.
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Anti-Balaka é o termo utilizado para se referir às milícias cristãs formadas na República Centro-Africana após a ascensão ao poder de Michel Djotodia. Anti-Balaka significa "anti-machete" ou "anti-espada", nas línguas locais sango e . Michel Djotodia era o líder da coalizão rebelde de maioria muçulmana conhecida como Séléka que derrubou François Bozizé durante o conflito na República Centro-Africana em março de 2013. Djotodia se tornou o primeiro líder muçulmano do país. Em setembro de 2013, Michel Djotodia anunciou que o Séléka tinha sido dissolvido, mas a maior parte das milícias se recusaram a desmantelar. O aumento da violência ocorreu em grande parte a partir de ataques de represália contra civis do ex-Seleka e do anti-Balaka. Como muitos cristãos tinham estilos de vida sedentários e muitos muçulmanos eram nômades, reivindicações sobre os territórios foram ainda uma outra dimensão das tensões. Em novembro de 2013, a ONU alertou que o país estava em risco de espiral de genocídio, estando "descendo em completo caos" e a França descreveu o país como "... à beira do genocídio". Em 2 de dezembro, os milicianos anti-Balaka são suspeitos de ter matado 12 pessoas, incluindo crianças, e ferido outras 30 em um ataque contra muçulmanas em , de acordo com o governo. Em 2014, a Anistia Internacional relatou vários massacres comidos pelos Anti-Balaka contra civis muçulmanos, forçando milhares de muçulmanos a fugir do país.
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