As plantas companheiras funcionam como um tipo de consórcio de culturas, são aquelas que podem conviver sem prejudicar uma a outra, em uma condição de alelopatia positiva algumas plantas precisam crescer sozinhas pois são muitos invasivas necessitando de muito espaço para poderem se desenvolver, possuindo muitas ramificações podendo roubar os nutrientes de outras plantas para seu próprio desenvolvimento, alguns exemplos de plantas com esses hábitos são: Hortelã, poejo, coentro, salsinha, pimenta. A alelopatia é um efeito causado por algum tipo de organismo, sendo planta ou animal que possa ou prejudicar ou favorecer outros organismos ou a si mesmo a partir de substâncias químicas geradas pelo ambiente ou pelo próprio organismo. Além do quesito de necessitarem de muito espaço e nutrientes, existem planta que precisam de alguns nutrientes muito específicos, como exemplo a relação do pepino e do repolho, ou do girassol e a couve, todos estes citados precisam do micronutriente boro (B) para se desenvolverem saudáveis e completarem seu ciclo, por isso caso sejam plantadas em uma mesma área irão competir todas por um mesmo nutriente, assim com se forem plantadas sucessivamente irão empobrecer o solo, comprometendo a qualidade do solo e o deixando deficiente. São diversos as formas de escolher quais plantas companheiras usar, mas para isso acontecer precisa conhecer bem a cultura e seus hábitos, escolher plantas com ciclos diferentes como a beterraba e o rabanete, respectivamente um com um ciclo de 100 dias e o outro com 30, escolher plantas que não competem por luz, com raízes diversas, pivotantes, fasciculadas, rasas, profundas, entre outras, que precisam de diferentes tipos de nutrição, com elementos essenciais diversificados, tornando dinâmico o ambiente sem exaurir o solo.
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Discovered by embedding cosine similarity (sentence-transformers MiniLM, 384-dim).