Also known as sea cow, sirenian, sea cows, sirenians
The Sirenia ( ), commonly referred to as sea cows or sirenians, are an order of fully aquatic, herbivorous mammals that inhabit swamps, rivers, estuaries, marine wetlands, and coastal marine waters. The extant Sirenia comprise two distinct families: Dugongidae (the dugong and the now extinct Steller's sea cow) and Trichechidae (manatees, namely the Amazonian manatee, West Indian manatee, and West African manatee) with a total of three species.
Sirenia, commonly called sea cows, are fully aquatic plant-eating mammals that live in shallow waters like swamps, rivers, and coastal areas around the world. Today there are three surviving species—one dugong and two manatee species—making them a small but distinctive group of marine mammals.
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sea cows
Mammalia
CLASS
Die Seekühe (Sirenia) sind eine Ordnung pflanzenfressender Säugetiere mit heute noch vier lebenden Arten. Sie werden zur Überordnung der Afrotheria gezählt; unter den heute noch lebenden Tieren sind die Elefanten ihre nächsten Verwandten. Neben den Walen und den Robben sind Seekühe das dritte größere Taxon meeresbewohnender Säugetiere (Meeressäuger). Anders als Robben haben sie keine geeigneten Gliedmaßen, um sich an Land zu bewegen. Im Gegensatz zu den Walen halten sich Seekühe stets in Küstennähe oder gar im Süßwasser und oft in sehr flachem Wasser auf. Inhaltsverzeichnis 1 Merkmale 1.1 Äußere Anatomie 1.2 Bau des Skeletts 1.3 Innere Anatomie 2 Verbreitung und Lebensraum 3 Lebensweise 4 Ernährung 5 Fortpflanzung und Entwicklung 6 Stammesgeschichte 7 Systematik 8 Gefährdung und Schutz 9 Seekühe in Mythologie, Kunst und Literatur 10 Film 11 Einzelnachweise 12 Literatur 13 Weblinks Merkmale Äußere Anatomie Dugong Seekühe sind massige Tiere mit einem zylindrischen Körper. Die rezenten Arten erreichen Körperlängen von 2,50 bis vier Metern, Stellers Seekuh (Hydrodamalis gigas), die im 18. Jahrhundert innerhalb von nur 27 Jahren nach ihrer Entdeckung ausgerottet wurde, wurde sogar bis 8
Em zoologia, os sirénios, sirênios, ou sirenídeos (latim científico Sirenia) pertencem a uma ordem de mamíferos marinhos herbívoros, de que fazem parte o dungongo e os manatins, por vezes apelidados de peixe-boi ou vaca-marinha. Em relação a seus habitats, os sirênios se dividem entre estuários, ambientes rasos de rios, mares e, em geral, ambientes marinhos costeiros, em regiões tanto subtropicais quanto tropicais. Estes animais passam toda a sua vida na água e, para isso, têm várias adaptações: * Os membros anteriores estão transformados em nadadeiras; * Os membros posteriores estão reduzidos a um pelvis vestigial; * A cauda é alargada e achatada horizontalmente, formando um "remo". Algumas espécies atingem grande tamanho, pesando mais de uma tonelada. Os lábios são grandes e móveis, cobertos de cerdas rigidas. As narinas estão localizadas na parte superior do focinho e fecham-se com válvulas. Os ouvidos não têm "pinae". Os olhos não têm pálpebras, mas podem fechar-se por um mecanismo que funciona como um esfíncter. Os ossos são mais densos que o da maioria dos mamíferos (um fenómeno chamado ), tornando-os mais pesados, o que facilita a sua posição na água. O crânio dos sirénios tem algumas características únicas: * as são grandes e viradas para a região ventral; * os estão reduzidos ou ausentes e a abertura nasal chega até perto das ; * o osso é excepcionalmente largo; * o osso é semicircular; * o osso petrosal é maciço e tem uma articulação fraca com o ; * os dentes também são incomuns e variáveis de acordo com a família. Quando os europeus, na época das Grandes Navegações, vindos das regiões do Novo Mundo, trouxeram relatos das lendárias sereias, informaram que estas estariam próximas aos navios "pastando". Não eram obviamente sereias, mas sim peixes-boi próximos as embarcações, e que foram confundidos com sereias: pela parte dos , é comum que algas cresçam em suas costas, aspecto que, a meia luz, assemelham-se a cabelos compridos, constituindo a teoria de uma possível comparação feita pelos navegadores dentre os peixe-boi aos humanos. Em conclusão, os mesmos apareceram descritos como tais nos livros de zoologia dos séculos XVI e XVII. O nome sirênios é relativo a sereias. Ao lado, um retrato de John William Waterhouse de uma sereia, de 1900, inspirado pelos relatos dos navegadores sobre as lendas de uma mulher metade-homem, metade-peixe. Os sirénios são membros de um grupo denominado e parecem ter um antepassado em comum com os elefantes, sendo ambas ordens parte da irradiação dos Afrotheria. Conhecem-se fósseis deste grupo desde o Eoceno (há 20-30 milhões de anos), como o do gênero Prorastomus, mas nessa altura já as famílias actuais estavam estabelecidas; pensa-se, por isso, que a sua origem tenha sido anterior a essa época. São herbívoros e sociais, podendo formar grandes grupos.
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