Also known as differance
'''' is a French term coined by Jacques Derrida. Roughly speaking, the method of différance'' is a way to analyze how signs (words, symbols, metaphors, etc) come to have meanings. It suggests that meaning is not inherent in a sign but arises from its relationships with other signs, a continual process of contrasting with what comes before and later. That is, a sign acquires meaning by being different from other signs. The meaning of a sign changes over time, as new signs keep appearing and old signs keep disappearing. It is central to Derrida's concept of deconstruction, a critical outlook con
Différance é um termo francês cunhado por Jacques Derrida. É homófono à palavra francesa "différence". Faz um jogo com o fato de que a palavra francesa différer pode significar tanto "diferir" ("postergar"/"adiar", em termos diacrónicos, o que nos remete para uma temporalização, para atividade, para a fala, para o uso, para génese) quanto "diferenciar" (em termos saussurianos, onde os termos se determinam reciprocamente, não detendo um significado "em si" mas na relação diferencial que estabelecem com os demais, sincronicamente, o que nos remete para um espaçamento, para passividade, para língua, para esquema, para a estrutura). Derrida usa, pela primeira vez, o termo différance no seu texto de 1963 "Cogito et histoire de la folie". Schultz e Fried, na sua vasta bibliografia do trabalho de Derrida, citam esta sentença como sendo onde o termo é apresentado pela primeira vez. O termo différance exerceu, mais tarde, um papel chave nas incursões derridianas na filosofia de Edmund Husserl em La Voix et le phénomène: Introduction au problème du signe dans la phénoménologie de Husserl (A voz e o fenômeno: introdução ao problema do signo na fenomenologia de Husserl). O termo foi elaborado em vários outros trabalhos, notadamente no seu ensaio "Différance" e em várias outras entrevistas reunidas em Positions. Em seu ensaio "Différance", Derrida indica que a différance acontece em um número de características heterogêneas que governam a produção de significado textual. A primeira (relativa ao adiamento) é a noção de que palavras e signos não podem nunca evocar exatamente o que eles significam, mas podem apenas ser definidos através de um apelo a palavras adicionais, das quais diferem. Assim, o significado é sempre adiado ou postergado, através de uma cadeia sem fim de significantes. A segunda (relativa à diferença, algumas vezes referida como espacement ou "espaçamento") diz respeito à força que diferencia elementos um do outro, e, ao fazer isto, engendra oposições binárias e hierarquias que sustentam o próprio significado.
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Discovered by embedding cosine similarity (sentence-transformers MiniLM, 384-dim).