Also known as B-cell chronic lymphocytic leukemia, CLL, chronic lymphatic leukemia, lymphoplasmacytic leukemia, B-cell chronic lymphoid leukemia, B-Cell Chronic Lymphogenous Leukemia, Chronic Lymphocytic Leukemia (CLL), Hematopoeitic - Chronic Lymphocytic Leukemia (CLL)
lymphoblastic leukemia characterized by over production of B-cells and their accumulation in bone marrow and blood
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Leucemia linfocítica crónica (português europeu) ou crônica (português brasileiro) (LLC) é um tipo de cancro em que a medula óssea produz linfócitos em excesso. No início da doença geralmente não se manifestam sintomas. À medida que a doença progride pode ocorrer aumento de volume indolor dos gânglios linfáticos, sensação de cansaço, febre, suores noturnos ou perda de peso sem razão aparente. Entre outros possíveis sintomas estão o aumento de volume do baço e baixa concentração de glóbulos vermelhos no sangue. A doença vai-se geralmente agravando ao longo dos anos. O fator de risco mais comum são antecedentes familiares da doença. Entre outros possíveis fatores de risco está a exposição ao agente laranja ou a alguns insecticidas. A LLC resulta na acumulação de linfócitos B na medula óssea, nos gânglios linfáticos e no sangue. Estes linfócitos não funcionam corretamente e ocupam o espaço de outras células sanguíneas saudáveis. A LLC pode ser classificada em dois principais tipos, dependendo da presença ou não de uma mutação do gene . O diagnóstico tem geralmente por base análises ao sangue em que se constante elevada concentração de linfócitos maduros e células manchadas. Na fase inicial, o tratamento geralmente consiste em vigiar atentamente a evolução da doença. As potenciais infeções devem ser tratadas rapidamente com antibióticos. Em pessoas com sintomas significativos, pode ser considerada quimioterapia ou imunoterapia. À data de 2019, o medicamento recomendado para o início do tratamento é o ibrutinib. No passado, o tratamento inicial em pessoas de outra forma saudáveis consistia na administração de , ciclofosfamida e rituximab. Em 2015, a LLC afetava cerca de 904 000 pessoas em todo o mundo e foi a causa de 60 700 mortes. A doença é mais comum a partir dos 50 anos de idade e afeta com mais frequência homens do que mulheres. A LLC é muito menos comum em pessoas asiáticas. Nos Estados Unidos, a taxa de sobrevivência a cinco anos após o diagnóstico é de cerca de 83%. A doença corresponde a menos de 1% de todas as mortes por cancro.
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Discovered by embedding cosine similarity (sentence-transformers MiniLM, 384-dim).